Lançamento do livro “Eu amei Victoria Blue” em São Paulo

Ele namorava uma garota de programa (e não sabia)

Em “Eu Amei Victoria Blue”, Estêvão Romane conta como acreditou na namorada, uma prostituta de luxo, que cobrava até dois mil dólares de seus clientes

Estêvão Romane contou como foi enganado pela namorada prostituta em “Eu amei Victória Blue”. Um jovem estudante brasileiro, de 20 anos, solteiro, morando longe da família em Nova York, nos Estados Unidos, conhece a vizinha, Fernanda, linda, também brasileira e ex-modelo internacional. Que essa história terminaria em uma aventura repleta de sexo e romance, não é surpresa. A novidade para Davi, o jovem em questão, é que a mulher com quem ele viveu por oito meses não era nada daquilo que ele pensou ser.

Essa é a trama de “Eu Amei Victoria Blue” (Geração Editorial, 192 págs., R$ 29,90), livro de Estevão Romane. Davi é, na verdade, o próprio Estevão. Já Victoria Blue é o nome de guerra de Fernanda, uma prostituta de luxo que chega a cobrar até dois mil dólares por programa.

“Eu não desconfiei de nada. Ela saía de manhã dizendo que ia para o curso de arte e voltava no fim da tarde”, conta o autor, hoje um empresário do ramo de roupas. “Ela nunca fazia programas à noite”, completa.

Victoria, segundo o autor, é mentirosa compulsiva. “Em oito meses ela conta que conheceu o mundo viajando como modelo, que era abusada pelo pai. De concreto, Fernanda é uma mulher que tem ataques de pânico e faz xixi na cama.”

A verdade sobre a namorada, Davi só percebe mexendo nas coisas dela e confrontando as contradições de suas histórias.

Sem sofrimento
Transformar a traumática experiência em livro foi uma ideia que surgiu logo após a descoberta, há pouco mais de dois anos. “É uma história muito boa, que merecia ser dividida”, explica.

Além de contar a trama de um homem enganado oito meses por uma mulher, o livro traz momentos picantes da relação. Estêvão diz que até ficou com medo de se expor demais, mas logo se acalmou.

“Trata-se de contar como é a vida com uma garota de programa na visão do namorado. Se não falasse de sexo, sobre o que mais diria?”, explica.

A leitura de “Eu amei Victoria Blue” é como uma conversa de bar. O texto é simples, sem pudor e, por isso, é saboroso.

Fonte: Diário de S.Paulo – 03/09/2010

Mais informações: www.geracaoeditorial.com.br

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