Enfim magra, e agora?

  Título: Enfim magra, e agora?
Autor: Bruna Gasgon
Formato: 13,5×20,5
Páginas: 104
Categoria: Autoajuda
ISBN: 978-85-63420-06-0
Código de barras: 978-85-63420-06-0
Preço: R$24,90

Sinopse: Enquanto as mulheres se matam nas academias e passam fome só para usar roupas tamanho 38, os homens, cada vez mais, adoram mulheres que usam os tamanhos 42 e 44. Segundo pesquisas, as mulheres fazem todos os sacrifícios do mundo para serem magras, não para agradarem os homens, mas para competirem umas com as outras. Uma mulher, quando vai a uma festa, por exemplo, não se arruma para o namorado ou marido, e sim para as outras mulheres que estarão presentes. Elas ficam magras e se arrumam inteiras para causar inveja às inimigas e para competir com as amigas, e não para agradar os homens. As mulheres ainda não se deram conta de uma coisa: as amantes são sempre mais gordas que as esposas. Este livro propõe uma refl exão realista e sem pudores sobre estar acima do peso, mas com saúde, e pretende estimular aquelas que acham que estão gordas a sentirem-se gostosas e desejadas, explorando todas as vantagens de ter muitos quilos a mais.Mostre ao seu marido uma foto da atriz Angelina Jolie de biquíni e outra da atriz Jennifer Lopez. Qual será que ele vai preferir?

RELEASE:

Enfim magra, e agora? Para você, mulher, que deseja conhecer outra visão sobre o peso

A palestrante motivacional Bruna Gascon ataca um problema de frente: as mulheres precisam mesmo ser tão magras quanto imaginam? Com bom humor e muito conhecimento de causa, já que parte de seus workshops se dirigem a grupos exclusivos de mulheres, Bruna fala das ansiedades femininas, do modelo impossível de magreza que começou a ser espalhado pela mídia e pela cabeça das mulheres a partir da década de 80, e de como o sofrimento para se adequar a ele muitas vezes não traz benefícios – nem estéticos, nem de saúde, nem de relacionamentos. Com uma pitada de ironia, Bruna convida as leitoras a observarem como os homens preferem as mulheres mais “cheinhas”, que frequentemente se tornam as amantes pouco elegantes mas muito desejadas.
Ela própria protagonista de uma longa luta pelo peso ideal, ainda que oposto ao da maioria da população – Bruna sempre sentiu que era magra demais –, a autora fala com fluência e grande pertinência sobre uma das questões que mais movimentam a moda, a estética, o comportamento e a cultura da atualidade, oferecendo reflexões para convidar a leitora a uma vida mais ajustada consigo própria e mais baseada numa saudável autoestima.

Sobre a autora

Bruna Gasgon é consultora em Comunicação e Recursos Humanos, palestrante, coach executiva e autora do livro O vendedor imbatível (São Paulo, Prestígio Editorial, 2005), já em quinta reimpressão.
Ministra palestras e treinamentos sobre motivação, comunicação, relacionamento interpessoal, trabalho em equipe, desinibição, etiqueta empresarial, vendas, liderança e atendimento ao cliente, em empresas de todo o Brasil.
É presidente de uma empresa de Consultoria, a Gasgon Comunicações Ltda, e tem entre seus clientes: Unimed, Estadão, SBT, Grupo Camargo Correa, Petrobrás, Anatel, Editora Globo, Siemens, entre outras. É atriz e diretora de teatro, vídeo e programas independentes de televisão, dos quais também é redatora e roteirista.
Todas as suas palestras têm apresentação de performances teatrais, que é o diferencial de seus trabalhos, os quais já apresentou nos programas de Hebe Camargo, Marília Gabriela, Jô Soares, Claudete Troiano, assim como nos telejornais da Rede Globo, Bandeirantes, Record e SBT.
Teve matérias publicadas nas principais revistas e jornais do país, como Veja, IstoÉ, Você SA, O Estado de S. Paulo, Gazeta Mercantil e O Globo. Tem 35 anos de profissão.
Sobre ela declara o editora Pedro Almeida:

“A palestrante mais interessante que conheço. Bruna é uma raridade num universo dominado por homens, e se destaca não por ser mulher, mas pela forma como mantém os expectadores vidrados em sua palestra.  Acompanhar seu pensamento não é tarefa dificil, apesar de falar numa velocidade imensa. É divertida e muito perspicaz.  Parte de suas qualidades como palestrante motivacional foi moldada pela experiência em teatro. Bruna é também atriz e produtora e consegue manusear tantas habilidades que cada palestra sua se tranforma num momento de profunda reflexão.”

ENTREVISTA COM A AUTORA:

O que a levou a escrever Enfim magra, e agora?
Minha própria experiência pessoal. Sempre fui magra até oito anos atrás e tinha baixa autoestima por causa disso. E no entanto só recebia elogios das mulheres, que diziam que eu tinha sorte pois podia comer de tudo e não engordava. Meus médicos se negavam a passar qualquer tipo de dieta para ganhar peso e eu morria de inveja daquelas que tinham uns quilos a mais. Até que resolvi engordar por conta própria: parei de fazer qualquer tipo de exercício aeróbico, mudei minha alimentação, que ficou muito rica em carboidratos e chocolates, comecei a fazer musculação bem “pesada”, e engordei oito quilos. Que maravilha!! Minhas amigas dizem que pareço uma baleia, mas o que importa é que estou feliz. Imaginando que devam existir mulheres como eu, resolvi colocar tudo no livro Enfim magra, e agora?

Qual a razão de as mulheres preocuparem-se tanto com seu peso?
Até os anos 60, peso não era um problema grave para as mulheres. Elas apenas se preocupavam em voltar ao seu peso natural após a gravidez. Até que infelizmente apareceu a modelo Twiggy, ditando moda com seus dezesseis quilos (risos) e todos acreditaram: estilistas, revistas de moda e, naturalmente, as mulheres. Foi uma verdadeira epidemia. Antes dela, os padrões de beleza eram Marilyn Monroe, Sofia Loren, Gina Lollobrigida, Anita Ekberg, só para citar alugumas. E todas eram bem “cheinhas”. Nos anos 80, as mulheres ainda tiveram algum “respiro” com o sucesso de Cindy Crawford e Luiza Brunet, que eram mulheres curvilíneas, de pernas gossas, e faziam enorme sucesso nas passarelas e revistas do mundo todo. Mas foi só. O que vimos depois e até hoje são meninas cada vez mais novas comendo agrião e chupando gelo para ficarem magérrimas e horrorosas. Muitas não gostam de ser magras, mas percebem que com esse padrão de corpo serão mais aceitas pela entidade “Os Outros”.

Você acredita que a questão de um corpo perfeito tornou-se central na vida das pessoas?
Sim. As mulheres principalmente vivem em função disso. E não só de corpo perfeito mas também de pele perfeita, boca perfeita, olhos perfeitos, cabelos perfeitos, botox perfeito, preenchimento perfeito etc. E que fique claro que eu sou totalmente a favor de tudo isso, mas quando necessário. Hoje tenho conhecidas e filhas de conhecidas que colocam botox e fazem lipoaspiração com vinte anos. Rídículo!!

Por que há tanta vontade de emagrecer? Qual a origem do ideal de magreza, na sua opinião?
Hoje em dia ninguém sabe lidar com as diferenças. Então todas ficam iguais. Outro dia em uma festa de meu sobrinho de 32 anos, vi que todas as moças presentes eram muito magras, todas usavam os cabelos compridos e lisos, todas estavam com o mesmo estilo de roupa: jeans de grife caríssimos, botas de montaria para fora da calça, jaquetas iguais e pachiminas com os mesmos tipos de nós. Roupa elas compram, ok. Mas a magreza é conquistada com muito sacrifício. Tanto que não as vi comer nada na festa. Depois passam escondidas em um pronto-socorro e tomam soro para compensar.

Você conhece mais gente como você, que luta para engordar?
Em toda minha vida conheci quatro mulheres como eu. As magras que desejam engordar estão totalmente abandonadas. Não existem regimes para ganhar peso, nem livros sobre o assunto, muito menos spas onde possamos nos internar e sair de lá com pelo menos dez quilos a mais. Erroneamente, o mundo acha que todas as magras por natureza são felizes. Que engano!

O que você acha que as mulheres precisam para ter mais autoestima?
A baixa autoestima das mulheres está no inconsciente coletivo há séculos. O mundo sempre foi e ainda é masculino, e os homens fizeram regras que precisam ser quebradas. Como menciono em meu livro A bela adormecida acordou, os antigos contos de fadas escritos séculos atrás, e que ainda hoje estão vivos, fizeram lavagem cerebral nas cabecinhas de meninas do mundo todo, sempre mostrando que a mulher precisa e depende do homem para se realizar, para ser feliz, enfim, para ter uma vida. Nessas histórias, elas precisam de um príncipe que venha beijá-las para que voltem à vida, calçar-lhes um sapatinho para que possam se casar, ou de algum caçador que as salve. Mesmo hoje, com todas as conquistas feitas, ainda sentem-se inferiores, inseguras, ganham menos que os homens, apanham dos parceiros caladas, e se sujeitam a sexo ruim só para não perder o relacionamento. Não há autoestima que resista. Que tristeza!

Nas suas palestras só para mulheres, a questão de emagrecer aparece muito?
Junto com o sexo, a questão do peso é a que mais aparece em minhas palestas. Todas as mulheres, mesmo as magras, acham que precisam perder dois quilos. TODAS, mesmo as magras. E dizem sempre que estão de regime. Quando eu digo que meu padrão de beleza é ser gorda ou gordinha, elas ficam mudas olhando para mim. Quando digo que sou uma ex-magra que lutou para ganhar oito quilos, quase desmaiam.
E quando concluo com: “As magras que me perdoem, mas ser gordinha é fundamental”, sempre tenho a sensação que vão me jogar tomates podres na cara (risos).

Qual você acha que é a verdadeira motivação das mulheres para emagrecerem?
As mulheres querem ficar magras em 1º lugar para causar inveja às inimigas. Em 2º lugar para competir com as amigas. Em 3º lugar para causar boa impressão nos homens. Em 4ª lugar para serem aceitas pela sociedade, e em último lugar para satisfazerem a elas mesmas. E enquanto “ralam” nas academias para ficarem magras e saradas, seus maridos têm amantes cheinhas, gordinhas, e algumas até bem acima do peso, a quem eles consideram “gostosas”. Como dizem os árabes, mulher precisa “encher uma cama”. Eu concordo.

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