Quais são as características fundamentais para ser um excepcional Caça-Vampiro atualmente? Por que alho é coisa do passado!!!

Última semana para participar da PROMOÇÃO. Envie sua reposta até quarta-feira (11/08) e concorra ao livro. O resultado será publicado na quinta-feira (12/08). Não Perca!

Os vampiros são seres sobrenaturais que estão inseridos em todas as culturas e cada vez mais eles ganham espaço no cotidiano e principalmente no mundo literário. É muito fácil descrever um vampiro, cada um tem a liberdade de imaginar de uma maneira interessante como é o seu, mas quando deixamos de lado as ideias dos seres que ilustram as histórias de Crepúsculo – logo associamos o lado terrível desses vilões dos séculos passados.

Vamos relembrar o Conde Drácula, um ser terrível, amedrontador e que ainda hoje é um dos vilões mais idolatrados de todos os tempos. Nessa mesma linha a escritora Colleen Gleason, de “O Legado da Caça-Vampiro”, reúne em suas histórias os estereótipos mais tradicionais das coisas ruins, com um lado vil e cruel, reforçando a lenda vampírica em que eles são cruéis, sedentos de sangue humano e que representam o mau absoluto para a sociedade.

As criaturas que têm o poder de atrair, pois eles reúnem algumas características que muitos desejam ter. Como a eternidade, a jovialidade, a sensualidade e erotismo, além da forma única de proporcionar prazer e ao mesmo tempo de fazer maldades.

Fica fácil atribuir adjetivos e criar a personalidade de um vampiro, por isso nós te desafiamos a criar o perfil daqueles que os combatem, os VENADORES.

Quais as características fundamentais para ser um excepcional Caça-Vampiro? Como ele deve ser? Ainda é usual carregar crucifixo, cordões de alho, artigos em prata, vidro de água benta, será que vale a pena?

Participe da Promoção e concorra a um exemplar do “O legado da Caça-Vampiro” de Colleen Gleason.

A frase vencedora foi:

Com essa explosão de vampiros modernos, que não são malvados e brilham no sol, alho, estacas e crucifixos se tornaram artigos ultrapassados. Ser um caçador de vampiros se tornou uma tarefa muito mais fácil. Já que a pele deles é como diamante, basta usar um martelo para matá-los. O problema vai ser enfrentar o bando de fãs enlouquecidas depois. Esteja preparado, pois elas são piores que qualquer vampiro que já passou pela face da Terra.

A autora da frase é a Bruna Rabelo.

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O que você faria em um cruzeiro para solteiros?

O livro “Não Existe Mulher Difícil” do publicitário André Aguiar Marques já é um sucesso, e acaba de ganhar os palcos do teatro com a adaptação de Lúcio Mauro Filho, direção de Otávio Müller e atuação de Marcelo Serrado. Para melhorar ainda mais está parada, principalmente para os solteiros. A autor acabou de lançar uma promoção sensacional. Uma viagem na faixa para um cruzeiro entre solteiros. Não perca essa chance e encontre mais informações acesse: http://www.naoexistemulherdificil.com.br

Veja um trecho do monólogo:

PROMOÇÃO

O que você faria em um Cruzeiro para Solteiros?

Participe e concorra a uma viagem em um cruzeiro sensacional.  http://www.naoexistemulherdificil.com.br

As mulheres são consideradas uma incógnita pelos homens. Com a intenção de mudar esse paradigma, o publicitário André Aguiar Marques decidiu criar, para os homens, um manual prático de como conquistar mulheres e pegar geral.

O autor garante que decifrou, mapeou e criou estratégias de como cativar aquela gata do pedaço. André consegue, como poucos, arrancar boas gargalhadas e envolver o leitor em cada página, tanto que o livro ganhou uma adaptação para o teatro, com direção de Otávio Müller, adaptação de Lucio Mauro Filho e, incorporando o “pegador”, o ator Marcelo Serrado.

No monólogo, Serrado vai ser o “pegador” e mostrará às pessoas as facetas de um garanhão em busca dos segredos para conquistar as mulheres.

A peça estreou no dia 04 de Junho, em Nitéroi, no Teatro Abel.

Não Existe Mulher Difícil é um divertido e dinâmico monólogo adaptado do livro de mesmo título e que retrata de forma engraçada e às vezes até estereotipada, o que um homem faz depois da separação.

Isso mesmo! Após um grande pé na região glútea (por conta de não entender o perfil de sua mulher), nosso amigo está de volta ao mercado dos solteiros.

Perdido e apenas com as referências do finado casamento (boas e más), ele se vê obrigado a se adaptar à nova realidade do mercado: mulheres mais independentes e homens sem entender bem o que fazer diante de tantos tipos de mulheres.

Lindas, inteligentes, atiradas, envergonhadas… cachorras e casadas!

Quantos perfis, embalagens e conteúdos à disposição… por onde começar?

Da cachorra à carente, passando pela patricinha e pela descolada (além de tantas outras, baseadas no livro), nosso protagonista terá que se virar para tentar entender as mulheres e voltar em grande estilo.

E no final, será que ele conseguirá se transformar em um mestre na arte de identificar cada perfil de mulher invertendo o jogo a seu favor e quem sabe até casando de novo, mas agora com uma maior experiência?

O livro “Não existe mulher difícil”, lançado pelo selo Jardim dos Livros, da Geração Editorial, traz desde os 12 mandamentos até a forma de como abordar os mais variados tipos de mulheres, como casadas, cachorras, inocentes, patricinhas e outras.

No Youtube é possível acompanhar o clima do ensaio e da adaptação na casa do diretor Otávio Müller.

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“Não Existe Mulher Difícil” é adaptado para o teatro.

Lançamento do livro “Não existe mulher difícil” com a presença do ator Marcelo Serrado

No próximo dia 10, enquanto o autor dará autógrafos o ator encenará uma pequena cena da peça para os convidados.

Data/Hora do evento: 10-06-2010 – 20h00
Local:
LIVRARIA SARAIVA PLAZA NITERÓI

Endereço:
Rua XV de Novembro, 08 – Centro
Rio de Janeiro – RJ
Tel:  (21) 2613-1827

As mulheres são consideradas uma incógnita pelos homens. Com a intenção de mudar esse paradigma, o publicitário André Aguiar Marques decidiu criar, para os homens, um manual prático de como conquistar mulheres e pegar geral.

O autor garante que decifrou, mapeou e criou estratégias de como cativar aquela gata do pedaço. André consegue, como poucos, arrancar boas gargalhadas e envolver o leitor em cada página, tanto que o livro ganhou uma adaptação para o teatro, com direção de Otávio Müller, adaptação de Lucio Mauro Filho e, incorporando o “pegador”, o ator Marcelo Serrado.

No monólogo, Serrado vai ser o “pegador” e mostrará às pessoas as facetas de um garanhão em busca dos segredos para conquistar as mulheres.

A peça estreou no dia 04 de Junho, em Nitéroi, no Teatro Abel.

Não Existe Mulher Difícil é um divertido e dinâmico monólogo adaptado do livro de mesmo título e que retrata de forma engraçada e às vezes até estereotipada, o que um homem faz depois da separação.

Isso mesmo! Após um grande pé na região glútea (por conta de não entender o perfil de sua mulher), nosso amigo está de volta ao mercado dos solteiros.

Perdido e apenas com as referências do finado casamento (boas e más), ele se vê obrigado a se adaptar à nova realidade do mercado: mulheres mais independentes e homens sem entender bem o que fazer diante de tantos tipos de mulheres.

Lindas, inteligentes, atiradas, envergonhadas… cachorras e casadas!

Quantos perfis, embalagens e conteúdos à disposição… por onde começar?

Da cachorra à carente, passando pela patricinha e pela descolada (além de tantas outras, baseadas no livro), nosso protagonista terá que se virar para tentar entender as mulheres e voltar em grande estilo.

E no final, será que ele conseguirá se transformar em um mestre na arte de identificar cada perfil de mulher invertendo o jogo a seu favor e quem sabe até casando de novo, mas agora com uma maior experiência?

O livro “Não existe mulher difícil”, lançado pelo selo Jardim dos Livros, da Geração Editorial, traz desde os 12 mandamentos até a forma de como abordar os mais variados tipos de mulheres, como casadas, cachorras, inocentes, patricinhas e outras.

No Youtube é possível acompanhar o clima do ensaio e da adaptação na casa do diretor Otávio Müller.

Link: http://www.youtube.com/user/andreaguiarmarques

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Entrevista exclusiva com a autora de “O Legado da Caça-Vampiro”

Para não deixar os fãs na mão, a Jardim dos Livros entrevistou com exclusividade a escritora Colleen Gleason. Confira abaixo o que está ruiva e americana apaixonada por vampiros tem a dizer:

O que inspirou a senhora a criar um personagem tão original quanto Victoria Gardella — uma heroína que se parece muito com as donzelas inocentes e românticas dos romances de Jane Austen, mas que na verdade é uma impiedosa caça-vampiros?

 Sempre fui fã de Buffy, a Caça-Vampiros, mas também amava os livros de Jane Austen, Georgette Heyer, e outros, da época da Regência. Certa noite, enquanto assistia Cinderela com minha filha, pensei: “Não seria interessante se a Cinderela não deixasse o baile porque o feitiço estava acabando, mas porque ela tinha que cravar a estaca em um vampiro!” E foi assim que surgiu a ideia. O conceito de a mulher ter mais de um papel e, no caso de Victoria, um papel secreto, foi que me fascinou. As pessoas tentam fazer tantas coisas, e tentam atender às necessidades e expectativas da família, da sociedade e suas próprias… Achei que a justaposição desses conflitos seria muito interessante para uma história.

Por que a senhora escolheu especificamente a era da Regência de Londres como cenário para O Legado da Caça-Vampiros?

Eu amo o período da Regência e o conheço bem, o que facilitou minha escolha. Além disso, as roupas daquela época eram mais propícias a atividades tais como lutar e tornavam mais fácil a movimentação do que, por exemplo, as da Era Vitoriana. Aquelas saias longas e espartilho menos apertado poderiam ajudar Victoria com o seu segredo. Além disso, o senso de Sociedade – da época, dos bailes e festas de debutantes – funcionaram bem no aspecto clandestino de Victoria e seu segredo.

Embora sua heroína seja uma garota muito feminina do século XIX, Victoria Gardella tem um piercing no umbigo, – o amuleto sagrado vis bulla –, sabe lutar como uma venadora, ou caça-vampiros, tem mais liberdade que a maioria das mulheres de sua época.

Acredito que Victoria seja realmente uma mulher à frente de seu tempo por esses aspectos. Para mim é lógico que uma mulher com os poderes, habilidades e responsabilidades que ela tem veria o mundo de forma diferente de outras mulheres da sua época. Ela sabe mais, consegue fazer mais e se espera mais dela. Ela não precisa ter medo ou se preocupar com as mesmas coisas que outras mulheres do mesmo período… Por isso, faz mais sentido para mim que ela veja o mundo de forma diferente por causa de sua liberdade.

Nas histórias de vampiro atuais, essas criaturas se tornaram mais humanas, apaixonam-se por mortais e são mostrados como mocinhos, em vez de vilões. Contudo, você ignorou essa tentativa moderna de retratar os vampiros como bonzinhos e deu a eles um aspecto tanto demoníaco quanto predatório. Por quê?

Porque a história das Crônicas Vampíricas de Gardella tem mais a ver com Victoria do que com vampiros. É a história de uma heroína, uma super-heroína em um período histórico, e sua jornada para descobrir que é e do que é capaz.

Os vampiros representam o mal que ela e todos nós encaramos neste mundo – a tentação de ser egoísta ou egocêntrica e a sedução do mal; a escolha entre o certo e o errado.

Leia a entrevista na íntegra em http://geracaobooks.locaweb.com.br/releases/?entrevista=254

Sobre a autora:

Colleen Gleason nasceu em Detroit, nos Estados Unidos. Ruiva como as últimas autoras de livros sobre vampiros e admiradora de Jane Austen, ela se formou em Língua Inglesa na Universidade de Michigan. Seu romance de estreia, O Legado da Caça-Vampiro, foi um sucesso instantâneo e a ele se juntaram outros quatro, reunidos na mundialmente aclamada série “Crônicas Vampíricas de Gardella”.

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O legado da caça-vampiro, lançamento nacional

Capa espetacular para romance de tirar o fôlego

Londres, 1820. Num ambiente que lembra os romances de Jane Austen, como Orgulho e Preconceito e Razão e Sensibilidade, uma jovem linda e sensual, Vitória Gardella, debuta na sociedade e precisa arrumar um marido rico. Mas Vitória parece viver 200 anos adiante de seu tempo. Quer levar vida independente. Usa piercing no umbigo. E herdou um terrível Legado – o de ser uma Venadora, ou caça-vampiro. Os leitores de livros desse gênero não precisam esquecer tudo o que leram sobre vampiros, de Bram Stocker a Stephenie Meyer. Eles simplesmente vão se surpreender e se arrepiar com esse novo jeito elegante, erótico, sangrento e eletrizante de contar uma história.

A onda de livros, filmes e séries de TV sobre vampiros não se esgotou – cresce a cada dia, com uma multidão de leitores principalmente adolescentes e do sexo feminino. De olho nesse nicho do mercado, a Geração Editorial debruçou-se sobre mais de 50 títulos de vários autores, americanos, ingleses, italianos e até alemães. Até achar Colleen Gleason, uma sedutora e jovem autora americana, criadora da série “Crônicas Vampíricas de Gardella”, com cinco volumes, e que em breve também vai virar filme.

Colleen não coloca seus vampiros nos dias atuais, mas na Inglaterra de 1820. E sua personagem principal, Vitória Gardella, é, além de linda, diferente: ela usa uma espécie de piercing no umbigo, o vis bulla, que llhe dá superpoderes, circula na alta sociedade londrina e vê com ironia o fato de que querem lhe arranjar um marido nobre. Vitória tem uma vida secreta: à noite, ela patrulha as ruas matando vampiros do jeito tradicional: com uma estaca de madeira no coração.

Tudo isso seria apenas o conteúdo de mais um livro chato de vampiros no século XVIII – mas a autora diverte os leitores e leitoras com sua linguagem cômica, fácil de ler, colocando num período romântico do passado uma personagem que parece saída de uma série de TV do século XXI.

Os escravos de Judas

Nesta nova série de sucesso que agora chega ao Brasil, o primeiro vampiro foi Judas Iscariotes, o homem que traiu Jesus Cristo por 30 moedas de prata. Desde então, a cada geração um descendente da família Gardella é chamado a aceitar o Legado familiar e se tornar um Venador, ou caça-vampiro. Vitória é a nova Venadora escolhida, e como tal carrega no umbigo o vis bulla – um amuleto sagrado que lhe confere superpoderes.

Quando não está patrulhando as ruas à noite em busca dos malignos mortos-vivos, Vitória valsa nas luminosas pistas de dança da alta sociedade, segurando mãos enluvadas de cavalheiros, com o coração dividido entre o solteiro mais cobiçado de Londres, o marquês de Rockley, e o enigmático aliado dela na luta contra os vampiros, Sebastian Vioget, dono da taberna Cálice de Prata, o reduto onde se reúnem os seres do mal. A história segue num crescendo cheio de tensão, até que Vitória se vê cara a cara com a vampira mais poderosa de todos os tempos – Lilith, a Escura, filha de Judas – e então deverá fazer a escolha final entre o amor e o dever.

O Legado da Caça-Vampiro é uma requintada e eletrizante história de sangue, sobrenatural, erotismo e morte, que vai sem dúvida encantar e arrepiar os fãs de histórias de vampiros, de Bram Stocker a Stephenie Meyer, mas também a todos aqueles que apreciam uma história bem contada, com muita inteligência, ironia e suspense.

Mais informações em www.geracaoeditorial.com.br

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Livro “Não Existe Mulher Difícil” está sendo adaptado para o teatro por estrelas da TV brasileira

As mulheres são consideradas uma incógnita pelos homens. Com a intenção de mudar esse paradigma, o publicitário André Aguiar Marques decidiu criar, para os homens, um manual prático de como conquistar mulheres e pegar geral.

O autor garante que decifrou, mapeou e criou estratégias de como cativar aquela gata do pedaço. André consegue, como poucos, arrancar boas gargalhadas e envolver o leitor em cada página, tanto que o livro está ganhando uma adaptação para o teatro, com direção de Otávio Müller, adaptação de Lucio Mauro Filho e, incorporando o “pegador”, o ator Marcelo Serrado.

A peça ainda está no forno, prevista para estrear no próximo mês em Niterói, no Rio de Janeiro, mas também deve ter apresentações pelo país.

No monólogo, Serrado vai ser o “pegador” e mostrará às pessoas as facetas de um garanhão em busca dos segredos para conquistar as mulheres.

O livro “Não existe mulher difícil”, lançado pelo selo Jardim dos Livros, da Geração Editorial, traz desde os 12 mandamentos até a forma de como abordar os mais variados tipos de mulheres, como casadas, cachorras, inocentes, patricinhas e outras.

No Youtube é possível acompanhar o clima do ensaio e da adaptação na casa do diretor Otávio Müller.

Link: http://www.youtube.com/user/andreaguiarmarques

Sobre o livro:

Sabe aquela loura linda e de corpo escultural que povoa os sonhos de todos os homens, mas que a maioria acredita que é impossível de conquistar na vida real? Ou a morena, cheia de charme, que atrai todas as atenções? Pois, o publicitário paulista e conquistador inveterado André Aguiar Marques, 34 anos – depois de anos de prática e observação sobre o comportamento feminino e a arte da sedução – ensina que Não existe mulher difícil em sua primeira publicação lançada pelo selo Jardim dos Livros, da Geração Editorial.

Acompanhe as novidades pelo nosso blog e Twitter:

www.jardimdoslivros.wordpress.com

@jadimdoslivros

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Dicas de um conquistador

“Sedutor profissional” dá algumas dicas e ensina como conquistar qualquer tipo de mulher

Até os profissionais já levaram um fora na vida. André Aguiar Marques, que além de publicitário é sedutor de carteirinha, acaba de lançar seu livro “Não existe mulher difícil”. O iG conversou com ele para pegar algumas dicas e conhecer um pouco da vida desse pegador.

iG: Por ter escrito esse livro, dá para     imaginar que você é um “pegador”. Não há o risco de essa imagem afastar as mulheres?

André Aguiar: Essa imagem pode sim afastar, porém, as mulheres são, por natureza, competitivas, curiosas e não é por acaso que uma pessoa se torna um pegador! No livro esse ponto é bem explorado, afinal, as mulheres, muitas vezes, dizem “não” querendo dizer “sim”. No fundo elas querem mesmo alguém que seja interessante para elas, então o que faço é dar dicas para conquistar da melhor forma a mulher desejada.

iG: Sua noiva não ficou brava com o livro?

André Aguiar: Se ficou brava? Imagine! Ela é a pessoa que mais apóia o livro, afinal, ela sabe que, para uma mulher ser escolhida entre tantas, o diferencial é sempre ter o melhor conjunto: inteligência, beleza, bom humor. E ela acha que o livro deve ser lido por homens e mulheres. Os homens podem entender melhor o tipo de abordagem para cada perfil e as mulheres podem aprender a identificar melhor qual é a verdadeira intenção do cara que está chegando nelas.

iG: Você já levou algum fora? Teve todas as mulheres que quis?

André Aguiar: Sim, já levei e dei foras durante a minha vida, porém, após alguns anos percebendo situações, comecei a entender quais eram os pontos-chave para as melhores conquistas. Após isso o sucesso foi total.

iG: Qual é o principal segredo do homem conquistador?

André Aguiar: No livro coloco alguns segredos de como os homens podem ser interessantes para as mulheres. A cada dia elas estão mais exigentes e estas dicas facilitam muito na hora da conquista.

iG: O que você quis dizer quando deu o título ao livro? Qualquer mulher é atingível?

André Aguiar: O título surgiu de conversas entre homens e mulheres, principalmente das mulheres mais lindas que não entendem o motivo de continuarem solteiras. Que sempre dizem que “falta homem interessante no mercado”. Neste caso, elas assustam os homens, que não estão preparados para lidar com as mulheres de hoje em dia, que são independentes e buscam um companheiro acima da média.

iG: Você disse que mulher gosta de homem cafajeste. E como é o cafajeste moderno?

André Aguiar: Mulher, em geral, gosta de homem que é homem na hora certa, mas que é companheiro, entende suas necessidades, é divertido e sabe usar as suas ferramentas para conquistar as melhores mulheres. O cafajeste moderno conhece diversos perfis de mulheres e se adapta na hora da conquista, seja ela uma “cachorra” ou faça o tipo inocente.

iG: Todas as mulheres te encantam?

André Aguiar: Não existe um perfil que mais me atrai. Por exemplo, minha noiva tem características de diversos perfis e esse foi o ponto que mais me atraiu. Acho que um perfil completa o outro e o livro trata muito sobre isso, de como as mulheres também podem assumir alguns papéis diferentes na hora da conquista.

iG: Depois da conquista, você não corre o risco da mulher sair façando mal de você para as amigas, novas conquistas em potencial?

André Aguiar: A melhor venda é, sem dúvida, o boca-a-boca. Quando a mulher conhece um cara legal tem a tendência de falar sobre o que ele tem de melhor para as amigas. Grande erro, pois se falar demais, após o pé na bunda, corre o risco das amigas também quererem conferir se o tal é tão bom assim, mesmo que tenha feito algumas coisas erradas no final. O homem pode manter um bom network com as amigas de suas conquistas, afinal, nunca se sabe o dia de amanhã.

iG: Qualquer mulher pode? Mãe de amigo, cunhada, chefe, empregada, estagiária, ex de amigo?

André Aguiar: Isso é muito pessoal e cada homem deve ter (ou não) suas regras de conduta. Eu tenho as minhas e sei que algumas pessoas deixam de lado o bom senso por alguma conquista. Acho que o diferencial é entender as mulheres, se divertir e, no final, achar alguém que seja do jeito que você quer. Mas enquanto a certa não vem, pode ir se divertindo com as erradas mesmo…

iG: Existem mulheres de vários tipos, como você listou. Dê algumas dicas para ganhar cada uma delas.

André Aguiar: O ponto alto do livro é que falo como conquistar cada perfil de forma iniciante, avançada e expert. Vai depender de como cada homem vai interpretar e reconhecer cada perfil. E, claro, sempre saber a hora certa de ir embora.

– Mulher “cachorra”: Pouca conversa e muita ação. A concorrência é grande, não perca tempo com poemas e frases feitas.

– Mulher “inocente”: Seja sincero, goste de cachorros (mesmo que eles não gostem de você), conheça a família, deixe que ela ache que você é um partidão. Aconselho ler o livro antes de arriscar conquistar este perfil, afinal, você pode criar um problema sério de grude na sua vida!

– Mulher casada: Sabe aquela frase “quem não dá assistência, abre concorrência e perde a preferência”? Se o latifúndio não está sendo bem utilizado, por que não invadir?

– Mulher “namorada”: Ao reconhecer este perfil, não tenha dúvidas. Namore! Mas namore mesmo, como se estivesse esperando por ela a vida inteira. Ela precisa de segurança e você de… hummm… melhor ler o livro.

– Mulher patricinha: Se você for muito rico, não vai precisar fazer nada. Mas se for parte da grande maioria dos brasileiros, invista em roupas melhores, leia sobre golfe, pegue um carro emprestado daquele seu amigo que trabalha em concessionária e aja rápido, antes que ela perceba que você está mais sujo na praça do que vendedor ambulante da Praça da Sé.

– Mulher alternativa: Visite uns brechós, pegue emprestado umas roupas do seu pai de quando ele esteve em Woodstock, leia sobre Marx, Gardel e desista da TV e futebol com os amigos. Leia sobre coisas que não entenda e visite exposições que jamais iria se não fosse por ela. Ou seja: por uma boa causa!

FONTE: IG 

http://estilo.ig.com.br/noticia/2008/12/07/dicas_de_um_conquistador_3101346.html

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